o dia que o cara tocava sanfoninha

A vida de curtir caras de banda é ingrata às vezes.

Descobri essa nova banda nem lembro como, provavelmente atrás de bandas locais no facebook dos bares da cidade. Vi um baixista bonito e resolvi adicionar, afinal o não eu já tinha.

Adicionei, começamos a conversar e eu achei o cara incrível. Querido, bonitinho, com bom senso de humor. Só faltava aprovar a banda, já que ele tava me chamando para o próximo show.

Ouvi 5 segundos da primeira música e já desanimei com aquele som mais bonito da cidade. Abri a segunda música e fui pulando partes, para ver se em algum ponto ficava audível.

No meio do clipe, cada um pegava um instrumento diferente. Ele pegava uma sanfoninha de mão (ok, tem um nome de verdade para isso, mas foi como ficou registrado na minha cabeça).

Precisei chamar as minhas amigas em reunião de emergência. Afinal, como lidar com o cara bonitinho, masque toca um radio de uma sanfoninha?

A decepção foi tanta que nunca mais troquei uma palavra com ele, mas até hoje o encontro embaraçosamente pela noite curitibana.

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7 respostas em “o dia que o cara tocava sanfoninha

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